

| As essências da Monarquia e as imperfeições da República |
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Um
Monarca garante unidade, estabilidade, continuidade e planejamento a
longo prazo.
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Um
Presidente divide, causa instabilidades institucionais, não predispõe
à continuidade e se preocupa com a próxima eleição.
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Um
Monarca estimula a democracia, a liberdade autêntica. O desenvolvimento
e a formação de uma elite política, empresarial,
acadêmica e cultural.
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Um
Presidente geralmente demonstra pouca afinidade com a democracia, tolera
quando não restringe a liberdade e desencoraja a formação
de uma elite que não esteja diretamente ligada àqueles
que estão no poder.
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Um
Monarca, através de suas ações e exemplos, estimula,
protege e corrige tudo que é fundamental a uma Nação
- o patriotismo e amor pela pátria.
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Um
Presidente, devido à sua identificação política,
não propicia um bom exemplo, minando a fé do povo quanto
à sua pátria e suas instituições.
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Um
Monarca encarna a nossa história, tradições, cultura,
moral e dignidade e o orgulho que sentimos por nossos feitos.
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Um
Presidente não tem qualquer identificação sólida
com a história, tradições, cultura e moral do país
e não inspira qualquer sentimento patriótico.
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Um
Monarca é o catalizador das aspirações de seus
súditos.
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Um
Presidente, dado o caráter temporário de seu cargo, tem
pouco tempo e nenhuma inclinação para realmente entender
as necessidades dos cidadãos.
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O
Monarca expressa todas as virtudes e nenhum dos defeitos de seus súditos,
ou seja, a honra, a seriedade e a honestidade.
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Um
Presidente geralmente reflete todos os defeitos e nenhuma das virtudes
da nação e normalmente estará bastante comprometido
com relação à honra, à seriedade, à
dedicação e à honestidade.
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Uma
Monarquia baseia-se no progresso, desenvolvimento, prosperidade, saúde,
vida, educação, liberdade, riqueza, tecnologia, na liberdade
de expressão, pensamento e culto religioso, estabilidade econômica
e institucional, na democracia plena e no futuro.
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Por
sua vez, a República anda de mãos dadas com a pobreza,
fome, miséria, morte, analfabetismo, atraso, insegurança,
crime, a falta de liberdades essenciais, censura, recessão, instabilidades
econômicas e institucionais e regimes ditatoriais e autoritários.
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Nas
Monarquias modernas, os governos proporcionam equilíbrio econômico
a nível estadual e municipal e administram de forma responsável
impostos e tarifas, permitindo o contínuo desenvolvimento econômico
e rateamento justo dos tributos, objetivando um padrão de vida
adequado aos seus súditos.
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Uma
República tende a sangrar os Estados, estorquir os municípios,
depenar as empresas e escorchar a população com impostos
e tarifas irracionais e irresponsáveis, que são desordenadamente
aplicados e mal utilizados, quando não surrupiados.
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Em
uma Monarquia nunca somos pegos de surpresa. Acompanhamos a formação
de nosso Soberano desde o seu nascimento, seguimos atentamente seu desempenho
à frente da nação e tomamos um vivo interesse na
educação, e formação, de seu filho/filha
e sucessor.
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Em
uma República, surpresas são a norma e não a exceção.
Geralmente somos obrigados a aturar presidentes que são aventureiros,
ou pior, incompetentes e desonestos. A mediocridade constitue a norma.
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Em
uma monarquia o Monarca é o símbolo vivo da nação
onde não há espaço para aventureiros, para o "recebendo
que se dá", para negociatas, corrupção, nepotismo
e onde a ordem prevalece.
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A
República é o regime dos improvisadores, dos aventureiros,
do "recebendo que se dá", da negociata, da corrupção,
do nepotismo, enfim, do caos total.
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