

| Introdução | |
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Vive o Movimento Monárquico brasileiro uma realidade cujas origens remontam ao dia 30 de outubro de 1908, quando, em Cannes (França), o Príncipe Dom Pedro de Alcantara Luiz Philippe Maria Gastão Miguel Gabriel Raphael Gonzaga de Orleans e Bragança, "tendo maduramente reflectido", decidiu renunciar ao direito que, pela Constituição do Império do Brasil, o tornaria herdeiro da Coroa. O ato de renúncia foi emitido em três vias e assinado na presença da Princesa Da. Isabel de Orleans e Bragança, de jure Imperatriz do Brasil, e membros da Família Imperial. No dia 9 de novembro subseqüente, a Princesa Isabel enviou uma das três vias ao Diretório Monárquico do Brasil, no Rio de Janeiro. Estava criada, assim, uma situação que teve desdobramentos até nossos dias, dificultando a melhor difusão das idéias monarquistas tendo em vista uma possível restauração de um Estado e governo baseado nos princípios que todos defendemos. A decisão tomada em 1908 acabou dando como resultado o estabelecimento de dois ramos na Família Imperial Brasileira, com titulares postulantes ao um Trono a ser restaurado em algum momento. Abaixo, transcrevemos uma análise desse contexto; ilustramos a composição dos dois ramos familiares (baseados em Vassouras e Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro); e a carta-renúncia do Príncipe Dom Pedro de Alcantara. |
| A realidade dinástica | ||
| Renúncia | ||
| Ramo Dinástico (Vassouras) | ||
| A descendência primogênita | ||
| Ramo Petrópolis | ||
| Soberanos do Brasil | ||
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Educação
de D. Pedro II
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| D. Luis e seus manifestos | ||
| D. João Maria | ||
| Banimento Família Imperial | ||
| Banimento de D. Luís | ||
| Carta aos brasileiros, do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança | ||
| Genealogia | |
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Tal
como estão disponibilizados ao público, colocamos abaixo
três links através dos quais os interessados em estudar
a genealogia da Família Imperial Brasileira poderão ter
acesso a diversas informações a respeito deste assunto.
O primeiro deles, elaborado por Rafael Oliveira Cruz (PE), aponta D.
Luiz Gastão Maria José Pio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga
de Orleans e Bragança como o eventual novo imperador do Brasil.
Outras duas organizações, sediadas no Exterior, voltadas
para os estudos genealógicos, atribuem o título de imperador
de jure a D. Pedro Gastão de Orleans e Bragança.
Sem polemizarmos, essa é a situação que se apresenta
hoje aos monarquistas brasileiros, o que tem dificultado a busca de
sua unidade na caminhada de uma restauração, que todos
desejamos.
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| A Casa de Bragança - Estudo de Rafael Oliveira Cruz | ||
| Imperial Council of Princes and Counts of Germany and Europe | ||
| The International Commission of Nobility and Royalty | ||